RIO
 
Procon divulga o segundo levantamento de preços de medicamentos deste ano
 

A equipe de Estudos e Pesquisas do Procon Estadual realizou o segundo levantamento de preço deste ano de medicamentos mais vendidos entre 2013 a 2017, de acordo com o ranking de 20 produtos elaborado pela Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma).
O trabalho foi realizado por meio de coleta de preços pela equipe diretamente nos estabelecimentos pesquisados. El tem o objetivo de comparar os valores colhidos agora, em maio, com os valores coletados em fevereiro. Foi apurado o custo médio dos medicamentos por região, já com o reajuste de valores determinados pelo Governo Federal que valem a partir de 31/03/2019. O reajuste foi de 4,33% e está previsto na Resolução da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, que estabelece o ajuste de preços de diversos produtos do gênero.
A pesquisa envolveu 24 drogarias, distribuídas por sete bairros de zonas geográficas distintas da região metropolitana do Rio de Janeiro: Barra da Tijuca, na Zona Oeste; Leblon, na Zona Sul; Tijuca, na Zona Norte; e Centro do Rio, além de Nova Iguaçu e Queimados, na Baixada Fluminense, e Niterói. Foram pesquisados 20 medicamentos, em dosagens diferentes, totalizando 61 itens, entre os dias 08 e 17 de maio de 2019, em lojas físicas das redes das seguintes drogarias: Drogas Raia, Venâncio, Drogasmil, Pacheco, Galanti, Farma Hall, Onofre, Drogarias São Paulo, Moderna, Farma Hall, Max e Cristal.
Entre os maiores aumentos médios, de fevereiro a maio de 2019, está o sal de fruta ENO abacaxi apresentou 69% de aumento médio na Zona Sul e 6% na Baixada Fluminense. O Prolopa 125 mg (30 comprimidos) teve um aumento de 56% no Centro do Rio e 22% na Zona Sul e o Prolopa HBS 125 mg (30 cápsulas) teve aumento de 36% na Zona Oeste, 12% na Baixada Fluminense e 4% no Centro. O Addera D3bem gotas (10 ml), teve 46% de aumento no Centro do Rio e 22% na Zona Sul.
Aumentos menos expressivos foram observados no Puran T4 100 mcg (30 comprimidos) - com aumento de 13% no Centro do Rio, 6% na Baixada Fluminense, 4% na Zona Sul e 3% na Zona Oeste - e o Dorflex (50 comprimidos), que apresentou aumento de 11% na Zona Sul.
Além disso, comparando com o mês de fevereiro, um número significativo de medicamentos aumentou de preço acima do reajuste previsto pelo Governo Federal de 4,33%. Subiram acima desse percentual, o preço de 30 tipos de medicamentos na Baixada Fluminense, 28 tipos no Centro, 16 na Zona Sul e 13 na Zona Oeste.
No entanto, apesar desses aumentos, foi observada redução média do custo de alguns medicamentos, sendo as mais significativas encontradas no sal de fruta ENO abacaxi, com uma redução de 58% no seu valor médio na Zona Oeste. O Puran T4 125 mcg (30 comprimidos) teve redução média de 42% na Baixada Fluminense. Já o Glifage XR 500 mg (30 comprimidos) teve redução média de 26% na Zona Oeste, 6% na Baixada Fluminense e 4% na Zona Sul, e o Glifage 1g (30 comprimidos) apresentou redução média de 18% na Baixada Fluminense. Também foi encontrada redução no preço do Benegrip 240 ml: 24% na Baixada Fluminense, 2% no Centro do Rio, 10% na Zona Sul e 15% na Zona Oeste. O Dorflex com 36 comprimidos reduziu seu preço em 22% na Baixada Fluminense e 3% na Zona Oeste. O Addera 50000UI (10 comprimidos) obteve redução média de 19% na Baixada Fluminense e 4% na Zona Oeste.
No comparativo entre as regiões no mês de maio, entre os medicamentos com maior diferença de preços praticados, cabe destacar que o maior valor encontrado para o sal de fruta ENO abacaxi 2 x 5g foi na Zona Oeste (R$ 5,00), e o menor valor dele captado foi no Centro do Rio (R$ 2,72). O medicamento Saxendal tem seu valor médio mais caro em Niterói (R$ 795,05) e o menor na Zona Sul (R$ 660,50). Já o medicamento Galvus Met 50/100 mg (56 comprimidos) apresentou seu maior valor médio em Niterói (R$ 191,67) e o menor no Centro do Rio (R$ 156,17).
O levantamento de preços foi realizado com ausência de qualquer forma de desconto. É importante observar que alguns itens pesquisados estavam em falta em alguns dos estabelecimentos.
O Procon/RJ destaca que a pesquisa é um retrato da ocasião em que ela foi realizada, e que não há garantia de que o preço praticado nas datas do levantamento ainda sejam os mesmos oferecidos hoje ao consumidor.

 

 

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